Bom aqui vai um conto escrito por um grande amigo meu, muito talentoso e que sensualiza com TUDO!
Aproveitem e vasculhem todo o blog do
Gabe
O Filho de Sodoma
Descobri a masturbação aos nove anos. Eu estava brincando com meu hamister de estimação, ele entrou na minha bermuda e eu tive uma sensação estranha; talvez uma certa coceira seguida de um formigamento quente que descia do meu abdômen até o órgão que a partir daquele momento não servia mais apenas para fazer xixi. Eu segurei meu pênis bem forte e o pressionei para baixo, institivamente repeti esse processo por umas quinze ou vinte vezes. Foi quando, eu senti. Era um tremor, um terremoto de pelo menos 17 pontos na escala Richter. Eu me senti morto por três segundos; não conseguia me mover e senti a vida voltando às minhas veias, o sangue pulsando rubro por todo o meu corpo e então, lá estava ela: uma gota grossa de um líquido alvo, uma única gota de um oceano de sensações e delícias, desde então me considerara homem.
Depois que descobri aquela sensação que apenas mais tarde fui descobrir que se chama orgasmo, comecei a acordar com meu pinto extremamente duro. Tenho certeza que ele acordava duas horas antes de mim. E então, minha rotina era unicamente trabalhada para ter a maior quantidade de orgasmos pelo dia. Ao acordar, no banho pela manhã, no intervalo da escola enquanto meus amigos lanchavam, assim que chegava em casa, depois do almoço, de tarde no comercial do desenho da TV Cultura, no banho de tarde e por fim, antes de dormir. Assim passaram-se vários meses e anos. Talvez os melhores da minha vida.
Eu sempre fui muito criativo nas minhas punhetas (a partir de agora meu vocabulário estará em baixíssimo nível, por motivos óbvios, não tem como ter educação britânica ao falar de sexo). Sou um empreendedor no sexo, gosto de inovar, de descobrir novas formas de prazer. E isso sempre esteve comigo, dos nove aos dezesseis anos eu transei com um mamão papaia, uma melancia, com as almofadas da sala, com o ladrilho do banheiro, com meu cachorro Bobby, meu fiel lambedor de saco (era a parte mais incrível da minha adolescência e fácil de fazer, bastava passar um pouco de patê no saco e ele começava a lamber, gozei muito assim, e só de lembrar eu sinto um prazer enorme). Tive muitas outras peripécias, mas todas do mesmo teor, quando não era uma fruta, era algum objeto que pudesse criar um prazer parecido ou meu queridinho e fiel cão.