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quarta-feira, 19 de março de 2014

Para banguear: Show do Sahara Sufers @ Inferno Club


Demorei, mas pelo menos vou comentar esse o show.
Sabe que cada show que a gente ouve falar que o abraxas vai organizar a emoção bate forte. Foi o que aconteceu quando soube que os caras iam trazer Sahara Surfers. Primeiro que eu não fazia ideia de que alguém que alguém além de mim, do Xu e do Paulo gostasse da banda. Vamos combinar que stoner não é uma coisa que é tão conhecida (apesar de que hoje qualquer coxinha fala que gosta e fala que curte qotsa) e outra os caras são da Áustria, é longe pra caramba e se não fosse as internê a gente não saberia nem que ela existe.
Enfim, esse fest foi cheio de bandas com "S" LOL... Saturndust, Stand Free e o Sahara Surfers. Infelizmente não consegui chegar antes pra pegar os dois primeiros shows, porém conheço os caras da Saturndust e o guita da Stand Free, então tenho certeza de que eles fizeram um belíssimo show e representaram ao abrir a casa para os austríacos.



O Sahara Surfers foi fundada em 2007 em Innsbruck. Os caras já lançaram dois fulls: Spacetrip on a Paper Plane e o Sonar Pilot. Espero que eles lancem coisas novas em breve, já que no show mesmo lembro de ter ouvido algo como "temos coisas novas...". Já estou ansiosa. hehe
Bom eu curto Sahara Surfers pra caramba, então sou um pouco suspeita pra falar. O set dos caras foi lindo, e ele além de tudo abriram o show com meu som favorito "Gas". Depois disso foi só uma sucessão de sons fodas, o mais legal foi ver que os caras estavam muito impressionados com o público, acho que mais, os caras estavam muito felizes por encontrarem aquele tipo de platéia.
Querendo ou não, eu sei a letra de quase todas as músicas de cor, então imagina, fui cantando junto o show todo. Fiz dois videos que vou postar ali em baixo, mas já vou avisando, além da Julia vcs vão ouvir a Juliana cantando junto. Sorry, não consegui me conter!! hahaha

Dá um liga no set:
Setlist Sahara Surfers:
Gas
812
Propeller
Age
Fold-Over
Sister in Shade
Sonar Pilot
Ganjalf
Mass Chrashing
The Gentlemen Aside
Colour Jam
**
Underline
Àenor

Perfeito, acho que até daria de tocar os dois play inteiros, eu não ia reclamar! Além disso tive o prazer de conhecer a belissíma Julia, que aceitou meu pedido de cantar a hidden track da Gas. (sim, fui chata pra caraleo)

O Sahara Sufers é:
Julia Überbacher - voz
Andreas Knapp - guitarra
Hans-Peter Ganner - baixo
Michael Steingress - bateria


Aqui vai algumas fotos e os vídeos: 






terça-feira, 9 de julho de 2013

Para banguear: Show do Cannibal Corpse - SP


Ok, sei que demorei horrores para postar isso aqui, mas sigo dizendo que estou sem pique para isso, mas para ir em shows eu continuo bem disposta. hehe

O que rolou dia 23 de junho foi uma linda comemoração de 25 anos de muito death metal na nossa vida, o show do Cannibal foi perfeito do começo ao fim. Pelo setlist a gente vê que eles conseguiram fazer um mix de quase todos os albuns da banda, mas deixando de lado alguns sons que particularmente eu estava louca para ver, como: Fucked with a Knife ou Devoured by Vermin, porém não posso dizer que o show deixou a desejar.

Cara foi um som fudido atrás do outro, o pessoal representando, cantando as música junto com o Dedão (apelido carinhoso dado por nós ao Corpsegrinder hehe), com rodas lindas e empolgadas. Porém quando eles começaram a tocar Scourge of Iron, que é um som do último play, é mais cadênciado, tijoladão e mais lento, o pessoal não pareceu curtir muito (diferente de mim, que quase morri de dor no pescoço no dia seguinte). Concordo que Cannibal é bem diferente desse som, mas ele é fudidamente lindo ao vivo, tudo que eu esperava, na levada do som, na voz do Dedão. Perfeita!

Falando nele, o cara tem a maior pinta de mal, mas é um dos frontmans que mais interagem com a galera, ele para conversa, pergunta que som quermos ouvir, ri do pessaoal e claro bangueia como nenhum outro. 25 anos de bangue fizeram dele o nosso Dedão mais famoso, troféu jóinha pra ele (huahauaha piada muito ruim).

Posso dizer que a sequência final do show foi a mais fudida que já presenciei. Make Them Suffer arregaça, um dos melhores sons do Kill (que é fudasso por completo) abre a bela trinca que estava por vir. Logo após o Dedão anuncia que a próxima música seria a última Hammer Smashed Face, hino gore faz a galera pirar e se bater uma contra a outra (bah, isso é fantástico hauaha), não satisfeito o Dedão então anuncia que tinha mentido sobre a última música e dedica o show do Jeff Hanneman (nem preciso explicar quem é) e logo depois vem a brilhante, maravilhosa (música da vida) Stripped, Raped and Strangled. FODA, do caralho, não tenho palavrões suficientes em meu vocabulário para descrever o que foi, o tanto de gente feliz (irônico) bangueando e gritando quando esse som tocou.

Por fim, acabou, fiquei sabendo que os caras foram falar com a galera e tal, mas já tinha ido embora. Sempre acontece isso comigo.
Separei algumas coisas aqui, como setlist, fotos, videos, discografia.
Afinal, essa banda vale a pena!!!

Setlist:

A Skull Full of Maggots  - Eaten Back to Life de 90
Staring Through the Eyes of the Dead - The Bleeding de 94
Edible Autopsy - Eaten Back to Life de 90
Addicted to Vaginal Skin - Tomb of the Mutilated de 92
An Experiment in Homicide - The Bleeding de 94
Sentenced to Burn - Gallery of Suicide de 98
Gutted - Butchered at Birth de 91
Demented Aggression - Torture de 2012
Scourge of Iron - Torture de 2012
Disfigured - Vile 96
Evisceration Plague - Evisceration Plague de 2009
Dormant Bodies Bursting - Gore Obsessed de 2002
Disposal of the Body - Gallery of Suicide de 98
Decency Defied - The Wretched Spawn de 2004
Dead Human Collection - Bloodthirst de 99
I Cum Blood - Tomb of the Mutilated de 92
Encased in Concrete - Torture de 2012
Make Them Suffer - Kill de 2006
Hammer Smashed Face - Tomb of the Mutilated de 92
Stripped, Raped and Strangled  - The Bleeding de 94


Videos (não prometo que ficaram os melhores, mas pelo menos tentei)




Fotos:


Discografia

Álbuns:
Eaten Back to Life - (1990)
Butchered at Birth - (1991)
Tomb of the Mutilated - (1992)
The Bleeding - (1994)
Vile - (1996)
Gallery of Suicide - (1998)
Bloodthirst - (1999)
Live Cannibalism - (ao vivo, 2000)
Gore Obsessed - (2002)
The Wretched Spawn - (2004)
Kill - (2006)
Evisceration Plague - (2009)
Torture - (2012)

Demo/EPs:
Cannibal Corpse (demo) - (Demo, 1989)
Hammer Smashed Face (EP, 1993)
Created To Kill - (Demo, 1995)
Worm Infested - (EP, 2002)
15 Year Killing Spree - (coletânea, 2003)


Videos:
Monolith of Death - (VHS, 1997)
Live Cannibalism - (VHS/DVD, 2000)
Centuries of Torment: The First 20 Years - (DVD, 2008)



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Para banguear: Show do Testament e Anthrax



Ainda bem que o show atrasou 15 minutos, pq eu fiquei um tempo na fila para entrar, parece que o pessoal deixou para entrar meio que em cima da hora, pois a fila tava dobrando o quarteirão,mas foi perfeito, entramos e então começou o show.
Também não foi dessa vez que ia ver o Lombardo tocando com o Testament, mas o Hoglan fez um ótimo trabalho, aliás foi fudido pra caralho. Confesso que Testament não é minha banda preferida e não conheço muito bem, mas o show foi do caralho, os caras fazem as coisas soarem mais perfeito que o cd.
A casa é ótima, mas infelizmente o som de uma das guitarras do Testament estava quase sem som, quer dizer, não dava pra escutar nada vindo dela. A única coisa que diria que a casa precisa seria a parte da plateia ser inclinada, porque sabem como é, tenho 1,56m e quase não vi nada, ainda bem que lá tem dois telões que me ajudaram bastante.
Com um set não muito diferente dos demais shows, eles abriram com Rise Up que levanta a galera de um jeito impressionante. A minha música preferida do último album, Dark Roots of Earth meu deixou mais do que empolgada e a sequencia de sons que eles fizeram deixaram a galera louca - true american hate e into the pit faz qualquer um agitar. 
DNR é uma música a parte, cara que fudida ao vivo, fez valer meu rolê umas 10x. Tanto que fiz um video dela e do 3 Days in Darkness (não ficou mto bom, mas vale a pena).

Setlist:

Rise Up
More Than Meets the Eye
Native Blood
Dark Roots of Earth
True American Hate
Into the Pit
Practice What You Preach
The New Order
Over the Wall
The Haunting
D.N.R. (Do Not Resuscitate)
3 Days in Darkness
The Formation of Damnation

O que falar de Anthrax? Claro que tava na cara que o pessoal tava ali pra ve-los. Eu curto algumas coisas, mas não com o Belladona, então me ferrei. hehe
As músicas que queria ouvir/ver não foram tocadas. Mas eu supero, mesmo porque tive bons momentos vendo, ou não, esse show. O pessoal simplesmente pira quando rola Indians e Medusa, acho que os caras se sentem lá nos anos 80 saca.
Houve também uma bela homenagem ao Dio e ao Dimebag com dois banners (não sei bem se era banner ou algo projetado, pois como disse eu sou baixa e estava sem óculos hehe) expostos nos dois cantos do palco. Achei muito fudido da parte deles.
Teve cover de AC/DC, SOD e a introzinda de Raining Blood.
Dois shows perfeitos.

Setlist:

* Worship
Among the Living
Caught in a Mosh
Efilnikufesin (N.F.L.)
Fight 'Em 'Til You Can't
March of the S.O.D.
(Stormtroopers of Death cover)

* Hymn 1
In the End
T.N.T. (AC/DC cover)
Indians
Medusa
Got the Time (Joe Jackson cover)
I Am the Law

Encore:
I'm the Man / Raining Blood
Madhouse
Antisocial
(Trust cover)

Fotos:



Video:

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Para curtir: Clutch

Site














Bom, esse dias atras eu escrevi sobre o Clutch para o site de música de um amigo, o Random Rock, vou colocar a mesma coisa que escrevi sobre eles aqui pra vocês.
Eu acho essa banda fudidassa, sempre escutei e junto com Crowbar fica na minha cabeceira e no meu celular, sim, eu tenho a discografia das duas e escuto elas todos os dias.

Aqui vai:

O Clutch nasceu em Maryland em 1990, e desde lá, após a entrada do vocalista, a formação da banda continua a mesma. 23 anos de muito rock'n'roll, blues e jazz, SEM RÓTULOS, mesmo porque você não vai encontrar uma outra banda que se assemelhe sonoricamente a eles. Muito groove, é disso que se trata o Clutch, é aquele som que entra pelos ouvidos e te faz vibrar e te deixa feliz, falo daquele som que te faz dançar até na rua. Música feita por gente que sente, para pessoas que sentem.
A banda é composta por Neil Fallon (vocal e guitarra) que tem uma voz apaixonante e que com certeza você nunca ouviu uma igual, Tim Sult (guitarra e backing), Dan Maines (baixo) e Jean-Paul Gaster (bateria e percussão). Os caras já lançaram 10 fulls e vários plays contendo raridades, sons novos e demos, plus alguns DVD's ao vivo, que sériamente eu recomendo que você vá atrás já, e assista, não se arrependerá.  

As vezes me pergunto porque uma banda desse tipo nunca estourou na mídia sendo tão antiga e tendo uma sonoridade tão diferente dessas que hoje fazem um puta sucesso. O porém o Clutch se mantém pelo seus fãs incondicionais, mas não chatos (LOL) acompanhando a banda desde o começo. Logo no inicio da carreira uma gravadora independente ficou muito interessada no trampo dos caras, com essa gravdoras eles lançaram seu primeiro EP o "Passive Restraints" pela Earache Records e pela mesma gravadora, lançaram o primeiro full, o "Transnational Speedway League" e o segundo full "Clutch" lançado 2 anos depois, esse mesmo album fez com que eles conseguissem uma gravadora maior, a Columbia records. A banda teve muitos problemas, com várias gravadoras, tanto é que cada album depois do segundo play são de gravadoras diferentes. Eles nunca conseguiram achar uma gravadora que se adaptasse com a sonoridade da banda e com aquilo que ela sempre quis fazer.

Até que em 2008 a banda em conjunto com o cara da Columbia resolvem abrir uma gravadora, a Weathermaker Music, que tem somente Clutch como contrato e mais duas bandas, que são projetos parelelos dos prórpios caras da banda, a  The Bakerton Group e a The Company Band. Altamente recomendadas também, mesma linha, mesmo tipo de groove e levadas espetaculares.

Esperamos que com o lançamento do último play o "Earth Rocker" os caras apareçam por aqui para fazer alguns shows. Tenho certeza que eles arrastariam uma grande quantidade de pessoas e deixaria muitas pessoas felizes, como eu (LOL). Em entrevistas, não só Neil, mas a banda inteira demonstra um grande interesse de vir tocar no Brasil, mas como eles mesmo dizem e eu concordo, sem o interesse de produtores de shows pela banda não tem como trazer os caras. Então fica aí uma dica, se você é produtor TRAGA o Clutch para o Brasil, tenho certeza de que o show vai bombar.

O Clutch ainda tem uma particularidade, os caras tem uma CERVEJA, isso mesmo uma Dark Sour Ale, chamada "Lips of Faith", com 9% de alcool na composição, não posso falar muito sobre sua coloração, seu gosto e sua maturação porque não está a venda aqui no Brasil ainda, o que é uma pena, sou uma grande apreciadora de cervejas fortes e escuras.
Lips of Faith

Discografia:
EP 

Passive Restraints (1992)

Álbuns completos
Pitchfork (1991/1999)
Transnational Speedway League: Anthems, Anecdotes, and Undeniable Truths (1993)
Clutch (1995)
Impetus (1997)
The Elephant Riders (1998)
Jam Room (1999)
Pure Rock Fury (2001)
Slow Hole to China: Rare and Unreleased (2003)
Blast Tyrant (2004)
Robot Hive/Exodus (2005)
Pitchfork & Lost Needles (2005)
Sons of Guns (2007)
From Beale Street to Oblivion (2007)
Strange Cousins From The West (2009)
Earth Rocker (2013)

Ao Vivo 
Live at the Googolplex (2000)
Live in Flint (2004)
Full Fathom Five (2008)



Curta ai um som do último play dos caras:




ps: todas as imagens foram tiradas do google imagens.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Para banguear: Show do Texas Hippie Coalition





O que falar de THC, já tinha visto o show dos caras em 2011, na virada cultura, e esse ano resolvi ver de novo para acompanhar o Schuch. Não me arrependi, apesar da entrada da banda ter atrasado 1h15 e a banda convidada não ter tocado, os caras entraram no palco e mandaram a minha rabugisse embora. Texas Hippie Coalition é uma banda de southern rock/ stoner for dummies. Suas influências incluem Pantera, Lynyrd Skynyrd, Molly Hatchet, ZZ Top, Waylon Jennings, Willie Nelson e Johnny Cash.

A estrela da banda sem dúvida nenhuma é o Big Daddy, aquele cara gigantão e gordão, com uma voz fudidassa, hipnotiza qualquer pessoa que pára para ouvir sua música. O show foi da turnê do último disco, o Peacemaker e mostra o legítimo som do Texas.

Não tenho certeza se esse foi o setlist mas aqui vai:
Hands Up 
8 Seconds 
No Shame 
TX Tags 
Turn It Up 
Outlaw 
Sex & Drugs & Rock and Roll 
Whiskey 
Damn You To Hell
Pissed Off 

Discografia
Pride of Texas - 2008
Rollin' - 2010 
Peacemaker - 2012 

Video e algumas fotos do show:







terça-feira, 23 de abril de 2013

Para banguear: Show do Carcass



Depois que perdi o show de 2008, eu tinha quase certeza absoluta que eu NUNCA mais ia ter a oportunidade de ver Carcass. Acredito que de 2002 até 2009 eu perdi uma quantidade horrorosa de shows fudidos, e depois disso me desautorizei de perder,tanto que até Canibal Corpse eu vi sozinha, Nile em plena quinta feira e aí vai.

Dizem que o show de 2008 foi épico, mas para mim o show do último dia 11 também foi, porque claro, estava vendo o show deles pela primeira vez, claro que não foi com a formação original, mas Ben Ash e Dan Wilding representaram muito fuderosamente, com execução linda e perfeita. Tirando algumas horas em que uma das guitarras falhou, por mais de uma vez. Tirando isso foi tudo perfeito.

Digo perfeito, porque o set foi fudido e atrás deles ornando com os sons, imagens "lindas" que se encaixaram perfeitamente com as músicas. Foi 1h20 de show batido, sem encore e sem frescura, eles entraram tocaram, levou o pessoal a loucura e foram embora. 

Espero que voltem algum dia.

Setlist:
Buried Dreams
Incarnated Solvent Abuse
Carnal Forge
No Love Lost
Carneous Cacoffiny
Lavaging Expectorate of Lysergide Composition
Symposium of Sickness
Pedigree Butchery
Edge of Darkness
This Mortal Coil
Reek of Putrefaction
Keep on Rotting in the Free World
Genital Grinder
Pyosisified (Rotten to the Gore)
Death Certificate
Exhume to Consume
Corporal Jigsore Quandary
Forensic Clinicism / The Sanguine Article
Inpropagation
Ruptured in Purulence
Heartwork

Não fiz muitas fotos e fiz um video que tem dois sons: Carnal Forge e No Love Lost (me dei muito com esses videos), não estão muito legais, mas dá pra ter uma noção do que foi esse show fudido.





segunda-feira, 22 de abril de 2013

Para banguear: Show do Down





Aconteceu no último dia 10 de abril,um dos shows mais fodas que eu já vi na minha vida.
Claro que é minha banda do coração e qualquer tipo de elogio é feito porque eu curto muito essa banda.

Impecável, perfeito e inacreditável. Em 2011 eu já tinha visto o show deles, nada mais nada menos do que 3 vezes, sim fui no SWU, em POA e em Curitiba, fiz essa loucura mais foi a semana mais fuderosa do meu ano. Claro que naquele mesmo ano aconteceram mais coisas fodas, como o show do Kyuss, a primeira edição de um fest stoner que foi feita só por amigos (a Donators) e óbvio conheci uma pessoa mais do que especial que está na minha vida hoje, o que não poderia deixar de documentar aqui.

Confesso que mesmo já tendo visto esses 3 shows em 2011, eu estava mais do que ansiosa para revê-los. O show estava programado para começar as 9 da noite e já tinha acordado com o coração na mão. Não só eu, mas todos meus amigos estavam muito ansiosos com esse show.

Naquele dia para zuar mais minha ansiedade, cai na pegadinha da atualização da microsoft e acabei ficando sem computador e blábláblá. 
Bobagens a parte, vamos ao que interessa.

Fiz alguns videos, mas os meus não ficaram bons, upei no youtube só pra constar, mas o vídeo que o Gabe (amigo lindo do coração) fez ficou ótimo! Então vou coloca-lo aqui.

Para quem não conhece o Down é composto por integrantes de outras bandas que também são super fodas, aqui vai:

Integrantes

Phil Anselmo - Vocal (o cara simplesmente foi do Pantera, Superjoint Ritual, Arson Anthem - entre outros projetos fodas)
Pepper Keenan - Guitarra (CoC - Corrosion of Conformity)
Kirk Windstein - Guitarra (ELE É O CARA, CROWBAR - não preciso dizer mais nada)
Pat Bruders - Baixo (do Crowbar, também)
Jimmy Bower - Bateria (EHG - eyehategod - SJR)

Ex-integrantes
Todd Strange - baixo (1991/1999 - Crowbar)
Rex Brown - Baixo (1999/2011 - Pantera)

A banda é formada por um pessoal só de New Orleans, berço do blues dos EUA, lugar melhor não há.
Antes de lançarem seu primeiro play, existem algumas demos, mas nada que eu consegui encontrar e tal.

A banda tem 3 fulls de estudio, 1 EP e 1 live com DVD.

Fulls:
NOLA - 1995
Down II: A Bustle in Your Hedgerow - 2002
Down II: Over the Under - 2007

EP:
Down IV: The Purple EP (Part I) - 2012
Esse último é chamado de EP, pois eles dividiram esse play em 4 e vão lançar tudo semparadinho. Apesar de ter 6 sons, o que eu acho muito para um EP.

Live:
Diary of a Mad Band: Europe in the Year of VI - 2010

Setlist e show:

Cara eles começam o show com um blues maroto que eu ainda não consegui descobrir que som é, mas assim que eu conseguir eu posto aqui. É um bluezinho que fala DOWN DOWN DOWN, going DOWN... hehe

Abrem com Lysergik Funeral Procession e eu vou ao delírio  confesso que tentei fazer um vídeo  mas ficou horrível, mesmo assim eu upei no youtube.
Pillars of Eternity 
Lifer é aquela música que o Phil sempre dedica ao Dime, por causa da letra, por causa do sentimento. É só tocar no nome de Dime que a galera vai a loucura, gritando o nome dele e deixando o Phil bem contentão.
Witchtripper foi bonito ver a galera toda cantando o som, e interagindo bem com Phil.
Misfortune Teller 
Temptation's Wings 
Ghosts Along the Mississippi 
Losing All 
New Orleans Is a Dying Whore 
Open Coffins é nessa hora que o Phil anuncia que nosso grande Zé do Caixão está no recinto, consegui tirar uma foto que dá pra ver que é ele. E claro, é uma ótima deixa pra esse som fudido, que tem uma entrada fudida, uma letra fudida e tudo fudido.
Eyes of the South 

Encore:
Hail the Leaf 
(Walk (Pantera) chorus intro)
Stone the Crow 
Bury Me in Smoke (Jam com Paulo Xisto, Andreas Kisser and Eloy Casagrande from Sepultura and Yohan Kisser)

Essa banda é aquela que todo mundo respeita pela bagagem que todos os caras tem, acho que essa é uma banda que realmente tem que ser respeitada, independente de você curtir o som ou não. Nesse show eu não vi nenhuma briga, nenhuma discussão,nenhum problema de som, instrumentos, luz ou do lugar.
Só bebados loucos, que mereciam ser chutados. HAHA
Fiquei sabendo de alguns problemas com roubos de celular, mas em nenhum lugar estamos seguros mais. Fica a dica, não vá de bolsa a shows, além de ser roubado, você se atrapalha e atrapalha os outros também (vide menina de mochila que estava na minha frente, batendo a merda da mochila em mim o tempo todo, falta de respeito)

Tirando isso foi uma ótima noite, com pessoas fodas ao meu lado.
Eu agradeço a tudo isso sempre.

Fotos e videos:






É isso aí, depois postarei sobre o fuderoso show do Carcass, que foi no dia seguinte!!
Espero que curtam.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Para visitar: Museu da Independência e Monumento à Independência





Mês passado fui visitar o Museu + Monumento para mostrar-los para o Schuch, que nunca tinha ido e não conhecia o lugar, fomos como turistas mesmo, pagamos para entrar e tiramos algumas fotos.
As fotos foram feitas pelo Schuch e parece que os lados do Museu e a sua entrada estão passando por alguma obra. Nada que atrapalhe.

É uma ótima opção, para claro, que não conhece e quem quer somente passear.
Aconselho, não tem nada pra fazer dá um pulo lá, vale bem a pena.

O funcionamento do Museu é de terça-feira a domingo, das 9h00 às 17h00.
O ingresso custa $6,00 - Adulto e $3,00 - Estudante (mediante apresentação de carteira escolar)
Crianças menos de 6 anos e adultos com mais de 60 entram de graça.
E todo o primeiro domingo de cada mês não é cobrada a entrada.

Achei que como não era nenhuma data festiva ou comemorativa, que o lugar estaria um pouco vazio, mas me enganei. É bom ver que tem uma quantidade legal de pessoas querendo saber da nossa história e levando seus filhos para conhece-la.
É uma pena que não pudemos tirar fotos de dentro do Museu, pois existem alguns lugares dignissimos de se tirar boas fotos, como no subsolo tem uma sala que você passa por um buraco (sério) e lá tem exposto vários tipos de ferros de passar roupa.























Todas as infos foram tiradas da wiki e são iguais ao mapinha que você encontra na entrada do Museu, logo após o pagamento:

Sobre o Museu  
O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, conhecido também como Museu do Ipiranga ou simplesmente Museu Paulista, é um museu localizado na cidade de São Paulo, sendo parte do conjunto arquitetônico do Parque da Independência. É o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da capital paulista. É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a Independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro de 1888 do artista Pedro Américo, "Independência ou Morte".
Um dos principais objetivos do museu é mostrar aos visitantes o protagonismo do povo paulista na História do Brasil.


Edifício  
O arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi foi contratado em 1884 para realizar o projeto de um monumento-edifício no local onde aconteceu o evento histórico da Independência do Brasil, embora já existisse esta ideia desde aquele episódio.
O edifício tem 123 metros de comprimento e 16 metros de profundidade com uma profusão de elementos decorativos e ornamentais. O estilo arquitetônico, eclético, foi baseado no de um palácio renascentista, muito rico em ornamentos e decorações. A técnica empregada foi basicamente a da alvenaria de tijolos cerâmicos, uma novidade para a época (a cidade ainda estava acostumada a construir com taipa de pilão). As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República. Cinco anos mais tarde, foi criado o Museu de Ciências Naturais, que se transformou no Museu Paulista. Em 1909, o paisagista belga Arsênio Puttemans executou os jardins ao redor do edifício. Este desenho de jardim foi substituído, provavelmente na década de 1920, pelo paisagismo do alemão Reinaldo Dierberger, desenho que se mantém, em sua maior parte, até os dias atuais.

Acervo 
O Museu Paulista tem em seu acervo de mais de 125 mil artigos, entre objetos (esculturas, quadros, joias, moedas, medalhas, móveis, documentos e utensílios de bandeirantes e índios), iconografia e documentação arquivística, do século XVI até meados do século XX, que servem para a compreensão da sociedade brasileira, com especial concentração na história de São Paulo. Os acervos têm sido mobilizados para as três linhas de pesquisa as quais o museu se dedica: 
- Cotidiano e Sociedade
- Universo do Trabalho
- História do Imaginário 
O acervo do Museu Paulista tem sua origem em uma coleção particular reunida pelo coronel Joaquim Sertório, que em 1890, foi adquirida pelo Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que a doou, juntamente com objetos da coleção Pessanha, ao Governo do Estado. Em 1891, o presidente do Estado, Américo Brasiliense de Almeida Melo, deu a Albert Löfgren a incumbência de organizar esse acervo, designando-o diretor do recém-criado Museu do Estado. As coleções, ao longo dos mais de cem anos do museu, sofreram uma série de modificações com o desmembramento de parte de seus acervos e incorporações.
O acervo do museu se encontra tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.

A Escadaria  
A escadaria do museu tem um imenso valor simbólico ao povo paulista. A escadaria propriamente dita representa o Rio Tietê, que foi o ponto de partida dos Bandeirantes rumo ao interior do país. E no corrimão estão colocados esferas com águas dos rios desbravados pelos paulistas entre os séculos XVI e XVIII, como por exemplo o Rio Paraná, Rio Paranapanema, Rio Uruguai e o Rio Amazonas. Nas paredes do ambiente estão estátuas dos heróis bandeirantes, como Borba Gato e Anhanguera com as regiões por onde eles passaram mais notoriamente, que se localizam nos atuais estados desde o Rio Grande do Sul até o Amazonas. Sendo precedida pelas duas estátuas maiores no salão principal dos dois principais bandeirantes, Antônio Raposo Tavares e Fernão Dias. E ao centro representado D. Pedro I, como herói da Independência.
Junto as estátuas existem pinturas representando a participação paulista em diversos momentos da história brasileira, como o ciclo da caça ao índio, o ciclo do ouro e a conquista do amazonas. Acima existem nomes de cidades e seus respectivos fundadores paulistas pelo Brasil, como Brás Cubas e Santos. E no teto pinturas de paulistas importantes na história do país, como o patriarca da independência José Bonifácio.









O legal do Monumento é que você consegue ver ele lá de cima, onde fica o museu e para chegar nele você tem que percorrer uma rampa gigante que te leva até lá.
Bem cheia, o pessoal costuma andar de bike e skate nesse percurso. Passear com seus animais e até ficar sentado de boa na grama, vendo a vida passar.

Monumento à Independência 
O Monumento à Independência do Brasil, também chamado de Monumento do Ipiranga ou Altar da Pátria, é um conjunto escultórico em granito e bronze. Localiza-se na cidade brasileira de São Paulo, às margens do Riacho do Ipiranga, no sítio histórico onde D. Pedro I, primeiro imperador do Brasil, proclamou a independência do país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 7 de setembro de 1822.
Foi idealizado e executado pelos italianos Ettore Ximenes, escultor, e Manfredo Manfredi, arquiteto, por ocasião do primeiro centenário da independência, e inaugurado ainda incompleto em 1922, tendo sido finalizado quatro anos mais tarde. É parte integrante do conjunto urbanístico do Parque da Independência, onde se encontra também o edifício-monumento erguido em 1890, que hoje abriga o Museu do Ipiranga, além da Casa do Grito.
Em sua cripta está instalada a Capela Imperial, construída em 1952 para abrigar os restos mortais de Dom Pedro I (embora o seu coração tenha ficado na Igreja da Lapa, no Porto), de sua primeira esposa, a imperatriz D. Leopoldina de Habsburgo, e também de sua segunda esposa, a imperatriz D. Amélia de Leuchtenberg.
Dom Pedro I e D. Amélia foram trasladados do Panteão dos Braganças em Lisboa, e D. Leopoldina foi transladada do Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro.
O conjunto é tombado nas três esferas do poder executivo. 


 Agora as fotos: 


links úteis: http://www.mp.usp.br/index.php



quinta-feira, 7 de março de 2013

Para aprender: Como fazer cerveja em casa!!!




É isso mesmo, aqui vou falar um pouco de como se faz a cerveja em casa e já adianto, nunca fiz. HAHA
Pelo que percebi lendo algumas coisas sobre "como fazer cerveja", as que são nomeadas igualmente podem conter variações, mesmo sendo produzidas e tendo o mesmo processo de fabricação.
Não, eu nunca fiz mesmo, mas um dia farei uma com meu nome e talvez o nome de outra pessoa também, porque não?!
Parece ser alguma coisa que você consegue fazer em casa, seguindo todos os passos. E claro se você conseguir adaptar algum dos utensílios que são necessários.

O que precisa:

-  Um fogão de 4 bocas
-  Duas panelas de 32 litros com torneira
-  Um moinho para cereais
-  Termômetro
-  Balança
-  Uma forma de pizza furada para o fundo falso
-  Dois baldes de PVC com torneira e tampa
-  Uma válvula airlock
-  Mangueira para encher as garrafas
-  Máquina para colocar tampas em garrafa

(SERÁ QUE É TUDO ADAPTÁVEL? - guess so)

Como fazer:

Pese os diferentes tipos de maltes e jogue no moedor de cereais. Triture-os até quebrar a casca. Mas, cuidado, não transforme os grãos em farinha - isso prejudicará o processo de filtragem.
Esquente 20 litros de água a uma temperatura entre 60 e 70 ºC. Deixe o termômetro sempre dentro da panela. Jogue o malte e misture por 20 minutos até chegar exata-mente aos 70 ºC. Se ultrapassar os 74 ºC, as enzimas deixam de agir. Desligue o fogo e deixe a mistura, chamada de mosto, repousar por uma hora.
Acenda o fogo e mexa até atingir 78 ºC (não deixe passar ou a cerveja ficará adstringente). Abra a torneira e jogue o mosto em uma panela com fundo falso. De novo, abra a torneira e retire 2 ou 3 litros do mosto com a ajuda de uma escumadeira (isso serve para tirar os farelos). Transfira líquido de volta para a panela sem fundo falso.
Acrescente mais água a 70 ºC. para repor as perdas do bagaço e da evaporação, até voltar aos 20 litros iniciais. Acenda o fogo e, 5 minutos após a fervura, acrescente o lúpulo de amar-gor. Deixe o fogo ligado por uma hora, com a panela destampada. Nos 5 minutos finais, acrescente também o lúpulo de aroma.
A partir daqui, todo material deverá ser sanitizado com álcool hospitalar. A presença de bactérias afeta o sabor da cerveja. Mergulhe a panela em uma bacia com água e gelo, mexa por alguns minutos no sentido anti-horário e deixe por uma hora, com a tampa fechada. A parte sólida descerá para o fundo da panela.
Transfira o líquido para o balde de PVC. Jogue o fermento - e veja na do fermento qual é a temperatura ideal (para Ale, é entre 16 e 24 ºC. Lager, entre 10 e 15 ºC). Isso é essencial para não matar as leveduras, que transformam açúcar em álcool. Feche o balde com a válvula airlock e deixe repousar de 7 a 10 dias.
A levedura vai decantar para o fundo do balde. Para se livrar dela, transfira a cerveja para outro balde de PVC com a ajuda da torneira e de uma mangueira. Feche-o com airlock para não entrar ar. Mantenha o balde fechado em temperatura ambiente por mais 2 semanas. Pode ser em qualquer canto da casa que não pegue sol.
Transfira a cerveja para outro balde para tirar os resíduos. Ferva 100 g de açúcar com 110 ml de água. Separe entre 5 e 8 g e jogue em uma garrafa de 1 litro. Encha de cerveja até a metade do pescoço. A levedura vai reagir com o açúcar e produzir gás carbônico. Deixe descansar por 10 dias.


fonte: superinteressante (hehe)

DEPOIS É SÓ POR NO FAST FREEZING (interna) E BEBER TUDO!!

ps: no site Arte Brew - Cerveja Artesanal você pode encontrar quase tudo que você precisa, os cara tem uns kits,mas já adianto é caro pra caralho. Mas vai que vc faz uma cerveja revolucionária e vende milhões. hehe

Espero que curtam, e se fizerem uma cerveja não esqueçam de me chamar para experimentar ein!!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Para apreciar/indignar: Campeonato de Barbas e Bigodes 2012




                                         Olha o lema: Growing Beards for America!

HAHAHAHA mais perfeito impossível, esse evento reúne a maior quantidade de barbudos e bigodudos de todo o país. (note to self: criar um evento desses por aqui)

** Atente-se para o simbolo do evento, é um bigode com uma barba nos moldes da bandeira dos EUA.

Esse evento ocorre todo ano e o primeiro se eu não me engano foi em 2010, então esse foi o terceiro campeonato.

Cara, é muito foda, porque eles avaliam por estilos de barbas e bigodes, cada um tem o seu, por isso que as vezes vemos umas barbas e bigodes muito estranhos por aí, na verdade eles se encaixam dentro de estilos diferentes. Nem preciso dizer que achei muito divertido e massa né. Bem diferente.

No último dia 11 ocorreu o campeonato desse ano e a Thrash Lab ~ http://thrashlab.com/ ~ foi até o evento e fez umas filmagens com algumas explicações de tipo de barbas e bigodes e é claro mostrou as diferentes figuras que aparecem nesse evento.

Aqui tá o video:
(detalhe importante: atenção ao leãozinho e ao cara dos bobs hahaha)



Eles até se referem ao evento como "celebração das barbas e bigodes" ~~> SOU A FAVOR!!
Bom aqui vai as categorias da competição:

Bigodes:

Natural, English, Dali, Imperial e Hungarian

Barbas Parciais:


Natural Goatee, Fu Manchu, Imperial, Musketeer, Sideburns e Amish Beard

Barbas Cheias:


Natural, Natural with styled moustache, Verdi, Garibaldi e Freestyle

ps: não adianta, eu curto barbas do mesmo jeito que homem curte peitos!!

leãozinho... HAUAHAUAHAUAH

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Para ler/apreciar: 100 Beards, 100 Days (barbas *-*)




Vocês já perceberam o quanto eu curto barba, acho que é um item indispensável em um homem. Também acho que qualquer homem fica mais bonito de barba.

Nem vem falar de mendigos aqui, que a questão não é essa. Enfim, acho o máximo o cara que consegue cultivar um barbão, sem parecer sujo ou um mendigão.

Apesar de que barbas no estilo mendigo são muito massa...
Para mim, quanto maior melhor, convivo com uma barba linda d+, que além de ser gigantesca, ela é ruiva!!
As ruivas sempre ganham... hehe

Já escrevi aqui sobre um livro de barbas, que um cara fez especificamente para ajudar no tratamento de cancêr de um amigo.
Mas o que vou colocar aqui é um trabalho fantástico de um fotógrafo que trampa com isso e para isso.

Jonathan faz freelas de fotógrafo, é blogueiro e consultor de midias sociais. Ele se especializou em fotografias de moda e estilo de vida, editando algumas coisas para o anothergarcon.blogspot.com
Ele resolveu que tinha que passar 100 dias fotografando caras barbudos (para a nossa felicidade) que moram em Londres, cada dia ele fotografou uma barba diferente, desde aquela barba grandona, grossa até as barbas mais estilosas e modernas.
O livro custa $20 euros e o shipping gira em torno de $10 euros... dando é $30 pila, o que deixa o livro em torno de $90 reais, certo?! É caro, mas se você é uim aficcionado por fotos e barbas, valerá a pena!

Confere aí algumas fotos que estão no livro do cara, que é claro se eu pudesse eu compraria de boas!!
Tentei selecionar 10 fotos, mas não consegui SÓ 10... vou colocar 15... hauahauha


































O nome dos caras, vai que você quer achar algum deles no face:
hauahauahauahauha

1 - Kial: Dean Street, London
2 - Rob: Mercer Street, London
3 - Alberto: The Strand, London
4 - Lewis: Old Compton Street, London
5 - Howie: Regent’s Park Road, London
6 - Lloyd: Carnaby Street, London
7 - Olmo: Commercial Street, London
8 - Ricki: Kings Road, London
9 - Fabian: Monmouth Street, London
10 - Brad: Pritchard’s Road, London
11 - Corey: Pall Mall, London
12 - Justin: Great Marlborough St, London
13 - Terry: Earlham Street, London
14 - James: Shoreditch High Street, London
15 - Ben: Charing Cross Road, London

Aqui você aprecia: http://100beards.tumblr.com/
Aqui você compra: http://100beards.bigcartel.com

Espero que curtam!!
(:


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Para comemorar: Voltei

voltei... UHUL peido!!! 


HAHAHA ok, estava de férias... larguei o Cafés, mas foi por um bom motivo.
Tem coisas novas pra mostras e pra falar, aguardem aí...

Estava no sul e a viagem foi muito foda, tô bem feliz com isso...
Só Pelotas que não foi muito, digamos que acolhedor... enfim, foi foda!!

sim sou eu... sim, tinha uma praia lá... sim tava foda... e sim tava feliz de mais!!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Para ler/apreciar: A Book of Beards - Um Livro de Barbas

site
Sim, eu curto barbas, todo mundo sabe disso, eu mesma já devo ter postado sobre esse livro no facebook, mas acabei tropeçando nele novamente, e achei legal compartilhar aqui.

Não só por causa das zilhares de barbas fodonas, mas também pela causa do cara.

'Este livro não foi feito para ser gerado algum lucro ao autor. Todo o lucro da primeira edição do livro foi para ajudar um amigo dele com cancêr.
As outras edições, se é que teve, ele doou os lucros para a Sociedade de Linfoma e Leucemia.

Esse livro não ajudou só um amigo, mas várias outras histórias de vida. 86 impressionantes barbas, 18 relatos contribuidos e 1 livro lindo!'

Apreciem algumas das barbas.




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